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“A palavra dita que é canção e a frase cantada que é fala” Maria Knébel e Stanislavsky sobre a performance oral

28/01/2010

Adriana Fernandes
doutora em etnomusicologia
Departamento de Artes Cênicas | Universidade Federal da Paraíba
Rede Goiana de Pesquisa em Performances Culturais
Robson Corrêa de Camargo
doutor em artes cênicas
Universidade Federal de Goiás
Rede Goiana de Pesquisa em Performances Culturais
Michel Mauch Rosa
graduando em artes cênicas | bolsista PIBIC/CNPq
Universidade Federal de Goiás
Rede Goiana de Pesquisa em Performances Culturais

 

resumo O presente trabalho levanta e discute alguns aspectos relevantes do treinamento da fala do ator apresentados por María Ósipovna Knébel em La Palabra en la Creación Actoral (2000). A autora foi discípula de Stanislavsky, colaboradora de Vajtángov e Chéjov e depois dirigiu e ensinou vários artistas russos. O trabalho faz uma resenha breve sobre o conteúdo do livro e então foca em seus três mais extensos capítulos: Análise por meio da ação; Técnica e lógica da fala; e Tempo-ritmo. Como o diretor russo faz várias menções e aproximações entre o trabalho da fala do ator com a estrutura musical, é sob a perspectiva musical na composição da fala, que interpretamos os apontamentos deixados por Knébel.

 trabalho completo [clique aqui]

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