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Mujer salvaje – díptico I – Urbe

28/01/2010

Vera Wilner
Florencia Aletta

resumo Este poster ou gigantigrafia devém de um projeto aonde o conceito e a imagem se conjugam para criar uma situaçao psicológica densa e intensa. Trata-se do mito da mulher selvagem arquetípico ( la huesera, a loba , a selvagem) baseado no livro: Mulheres que correm com os lobos – Carisa Pinkola Estés). O projeto nasce da inquietude de Vera Wilner e Florencia Aletta sobre a mulher. Na realidade foi realizado com uma filmaçao e uma sessao de fotos. A protagonista (Vera Wilner) transita por diferentes instancias físicas e piscólogicas que se refletem nas imagens na sua totalidade (fílmicas e fotográficas). Esta mulher procura o mais instintivo que existe na sua femenilidade – “o selvagem”. Como todo o processo de realizaçao desta filmagem e fotos representa a mulher selvagem na urbe, este personagem desperta ao reconhecimento de seu ser mulher, procura reconhecer-se. Encontra e nao encontra o que seu ser, seu corpo poderiam sentir como o prazer de uma femea. Deste ponto adiante sua desesperaçao cresce em busca do seu ser mais primitivo, nos instintos das mulheres e das lobas: o prazer em seu ser, seu corpo, sua existencia. Como o prazer desta mulher nao pode ser totalmente encontrado pelo fato de estar numa urbe. Lamenta-se até um grito de desesperaçao. Se perde neste prazer-nao prazer, gira num espaço tosco, abrumador e perdendo a cabeça em voltas e giros deste espaço a encontrar!!!! Decide por fim fazer o único que para ela é possivel neste momento: o salto ao vazio.

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