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Festas amazônicas e portuguesas em meio urbano: jogo e segredo

14/03/2010

Sérgio Ivan Gil Braga
Universidade Federal do Amazonas [UFAM]

resumo A abordagem que estamos propondo neste texto refere-se a festas religiosas e populares promovidas em meio urbano nas seguintes cidades da Amazônia: Parintins, Estado do Amazonas, festival de Pastorinhas; Itacoatiara, Estado do Amazonas, festa do Divino Espírito Santo do bairro da Colônia; Alter do Chão, Estado do Pará, festival do Sairé; e Macapá, Estado do Amapá, Marabaixo à época do Divino Espírito Santo. Em Portugal tomamos como comparação e análise com as festas da Amazônia, outras cidades e respectivos eventos: Lisboa, festa de Santo Antônio, em especial o desfile das Marchas na avenida Liberdade, procissão e arraial no bairro da Alfama; Porto, festa de São João; Vila Nova de Gaia, festa de São João; e Ilha Terceira, Açores, festa do Divino Espírito Santo. Todas estas festas, com exceção das Pastorinhas, que estaria circunscrita ao ciclo de reis, estão relacionadas a Pentecostes (ciclo do Divino Espírito Santo) e ao ciclo junino que na Amazônia e no hemisfério norte europeu correspondem ao solstício de verão. As dimensões antropológicas do jogo e do segredo, percebidas enquanto relações jocosas são enfatizadas neste texto com base em Radcliffe-Brown (1973), Turner (1980; 1988) e Richard Schechner (2000).

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